O risco de complicações em cirurgias depende do porte da cirurgia (pequeno, médio e grande porte) e do quadro de saúde do paciente. Casos de obesidade, problemas de tireóide, nefropatas, cardiopatas (pacientes já revascularizados, hipertensos ou com problemas de válvulas e arritmias) merecem atenção especial.
O tabagismo também aumenta as complicações em pós-operatório, por isso o paciente é orientado a cessar o fumo dias antes de procedimentos.
A avaliação do risco pré-operatório compreende desde um simples exame físico até os mais sofisticados, como a cintilografia do miocárdio, prova de função pulmonar, entre outros.
Além disso, orientações à equipe cirúrgica quanto ao uso de medicamentos para prevenção de tromboses, evitar infarto perioperatório, bem como complicações pulmonares fazem parte desta avaliação.
Cirurgias realizadas de forma eletiva (não de urgência) complicam menos quando comparadas a procedimentos realizados de urgência. Nesta situação, pacientes cardiopatas necessitam de maior cuidado, ou seja, com a presença do cardiologista na sala de cirurgia.














